Um bom Pernanbucano

Nunca achei que fosse gostar tanto de uma viagem como gostei da que fiz agora, nessas férias.

Fui para Porto de Galinhas, Pernanbuco. Foram 7 dias inesquecíveis e que deixaram saudades.

Vi praias belíssimas, me encantei com Olinda e Recife. Entrei em igrejas ornamentadas em ouro e me senti uma viajante na história.

Fui embalada pela brisa gostosa que agitava os coqueiros e seduzida pelas ondas do mar.

Tudo isso me encantou, mas cofesso que o que o que potencializou esse meu encanto foram as pessoas que lá encontrei.

Tâo agradáveis, tão alegres, tão hospitaleiras. Desde o motorista da vã que nos buscou no aeroporto até o vendedor de água de coco.

O hotel não poderia ser mais aconchegante. Com funcionários que trabalham com tanto gosto como aqueles realmente não tem como.

E o que mais adimira é que são assim, alegres e gentis, naturalmente, sem forçar a barra.

Enfim, mais do que com um repertório de praias maior, essa viagem me acrescentou valores.

Uma de minhas metas agora é: ser igual a um bom Pernanbucano.

Um pouco de Patch

 

Bem, pra quem não sabe, Patch Adams é um médico conhecido por romper totalmente com os padrões de tratamento aos enfermos. Patch acredita na amizade como melhor remédio e tem como o objetivo principal a melhoria na qualidade de vida das pessoas, e não a cura. Veste-se de palhaço (no  cotidiano mesmo) e espalha alegria por onde estiver. 

Em 1972 fundou o Instituto Gesundheit, onde a exigência para se trabalhar lá é que se tenha amor, alegria, criatividade, paciência, afeto e carinho. 

Os vídeos abaixo são do programa Roda Viva. Eu sei que  é um pouco cansativo, pois são muitos, mas vale a pena ver. 

É uma ótima inspiração, não só pra quem pretende seguir carreira na área da saúde, mas para todos. 

Logo no primeiro vído Patch fala sobre o FIlme “Patch Adams: o amor é contagioso”. Bem, eu assisti e gostei. Mas acho que sou suspeita, pois adooro o Robin Williams. Não deixo de concordar com o Patch fala no vídeo, mas ainda sim adorei o filme. Pode até ser uma simples produção hollywoodiana cujo objetivo é arrecadar lucros,contudo não deixa de ser uma inspiração. 

Espero que gostem! 

Alcançar o céu

Já era noite e eu voltava da escola. Havia ainda alguma claridade na rua, apesar de já ter passado das 20:00 horas, afinal é horário de verão. Na calçada estavam uma senhora, que parecia ser a mãe, um garotinho de uns 7 anos e seus amiguinhos(as) ou irmãozinhos(as), não sei.

- Qual é a letra do seu nome? – Cantava uma menininha enquanto batia uma corda sobre a qual o garotinho pulava.

Na outra ponta da corda estava a senhora ,batento também a corda, enquanto o garotinho pulava como se estivesse chegando ao céu, como se tivesse que pular o mundo.

Eu estava de carro e isso não passou de uma imagem através de um vidro com insulfilm. O carro continuou em seu caminho, deixando essas crianças pra trás, mas ela continuaram na minha memória, me lembrando a minha infância, pra variar.

O que me desmontou…

Sempre me encantei muito com as pequenas coisas da vida. Um sorriso, um bom dia, uma flor no meio do caminho, o céu mais rosa ou mais laranja, a naturalidade das crianças que vejo por aí, enfim, coisas que a correria cotidiana expulsa do nosso campo de visão. E esse final de semana me marcou bastante justamentepelas coisinhas, enormes dentro de mim, que aconteceram.

Sábado de manhã fui à feira cultural em uma escola ao lado da minha. Tinham grupos de todas as idades, desde o sexto ano até o nono, de modo que o envolvimento dos alunos com os trabalhos que iriam apresentar me chamou bastante a atenção.  Os mais velhos apresentavam com aquele ar de que estão ali obrigados mas na verdade tá sendo uma aventura. Já os pequeninos pareciam estar no trabalho da vida deles. Se a escola pediu tem que fazer com toda dedicação. Decoraram tudinho e apresentavam aos professores e aos visitantes como se aquilo valesse a própria vida.

O fato é que adorei ver como cada um, ainda na infância ou pré-adolescência, lida com a fato de ter que se apresentar em público e isso me lembrou muito minha infância.

Mais tarde fui em em festival de sorvete e fiquei encarregada, por um tempo, de servir sorvete de flocos. Quer dizer, eu tava em uma posição que me fez pensar muito, mais do que eu já pensava, na forma como tratamos nosso próximo, afinal em menos de uma minuto eu estava “de cara” com pelo menos duas pessoas. Cada pessoa que passava ali tinha um jeito diferente, é claro, de reagir a esse “cara-a-cara”. Algumas davam um sorrizinho tímido, outras eram mais descontraídas. Tinha os que falavam só “obrigado” e os que até puxavam um papinho, mas tinha também os não diziam nada.

Que todos apresentam reações diferente para cada fato a gente já sabe, mas sentir isso como quem sente todas essas reações foi bastante interessante.

Depois de servir sorvete e ficar um tempinho sem o que fazer fui cuidar do karaokê, e o que posso dizer é que me diverti muuuuito vendo as crianças cantarem. Tinham umas que iam em grupo e “pintavam o sete”  com o microfone e tiha os mais corajoso que iam sozinhos, mas a voz se mostrava ainda muito tímida.  Foi muito bacana.

No domingo eu fui em outro festival de sorvete, em uma creche. As criancinhas lá já eram conhecidas, revê-los foi bom demais. Vi também meus amigos, oq ue é sempre bom. Teve o teatro do grupo ZAPT, era a peça “O bom mesmo é ser bom!”, que me alegrou demais, além, é claro, da empolgação dos lindinhos e lindinhas de lá.  A apresentação foi simplesmente ótima, estão de parabéns!  O envolvimento e entrosamento dos integrantes do SETE (Sociedade Espírita de Trabalho e Esperança) também foi admirável. Deixo também meus parabéns.

Pra finalizar com chave de ouro hoje ouvi uma gravação que um menininho de uns 5 anos fez pra amadinha dele, mas que ele não vê mais. É impossível não se desmanchar com a inocência em sua voz.  E mais tarde, pensando sobre a vida na pracinha perto da escola, encontrei minhas amigas. Saí correndo que nem uma louca ao encontro delas, conversamos, uma teve que ir embora e eu fui com a que ficou tomar café, comer pão-de-queijo e jogar conversa fora.

 

E são essas pequenas coisas que constroem minha grande vida.

E as coleções de cartões?

Quem já colecionou cartão telefônico ( aqueles de orelhão) talvez sinta o que estou sentindo.

E agora? O que vai ser das coleções de cartões telefônicos? Ou melhor, o que vai ser dos colecionadores?

Aqueles cartões durinhos, com fotos e informações sobre as mais diversas coisas que existem no mundo foram trocados por uns quase que de papelão e que nada mais nos mostra além de propaganda da operadora. E isso não é bom.

Ainda lembro bem das trocas de cartões repetidos, da busca por novos cartões, da escolha e organização da pasta em que costumavam ser guardados. Lembro de uns que eram como um quebra-cabeça, tinha os que falava sobre os planetas, sobre  animais, sobre plantas, obras de arte, signos, enfim, as mais diversas coisas. Lembro até de já ter encontrado bancas que vendiam esses cartões só que sem as unidades,  já como coleção mesmo.  Mas e agora? Cadê os cartões?

Eu, que não sou boba, vou é guardar os meus bem guardadinhos!

Oração de uma criança

“Deus, por favor cuida da natureza, cuida dos bichos e da árvores. Cuida dos rios pra eles não ficarem cheios de lixo. Deus, tira a poluição da natureza. Amém.” 

O que pode o corpo?

Se Deus deu ao homem vários caminhos para que cada um escolha o seu,  quem somos nós para interferir?

Um viva às crianças de todas as idades!!!

O Ciclo da Vida – Rei Leão

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